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31/07/2008

- Blues da piedade -

Eiii genteee! *-*

Muito tempo sem postar aqui... deve tá criando até teia já! Tava com saudades já! *-*

Não postei por falta de tempo não... porque tive de sobra nesses últimos dias ;x Mas é que ás vezes eu penso tanta coisa, e não consigo organizar minhas idéias pra poder passar pro blog... Aí acabo não postando!

Mas como tava meio entediada e resolvi ler algumas letras do Cazuza... vi a letra de uma música que traduz exatamente o que eu penso *-* , e achei ela muito legal até pra acordar algumas pessoas... que ao invéz de ficarem remoendo problemas e sentindo pena de si mesmas, poderiam fazer disso como um impulso para tentar mudar o que não lhe agrada... ou então sei lá, fazer alguma coisa que tenha vontade e que faça bem a si mesmo ou a alguém...

Ficar sentindo pena de si mesmo, chorando pelos cantos e se acomodar com tudo isso não vai resolver nada.

Tentem ler um pouquinho mais dos jornais... e ver como existe muita coisa que precisa ser mudada, e mesmo que o que você faça para tentar mudar naum pareça muito, já é alguma coisa para alguém ou para algo... pra alguma coisa ou para alguém você vai estar fazendo a diferença... e esse alguém pode ser até mesmo você. (:

Então né... tá aí a letra! ^^

Ótimo finzinho de semana pra vocês!

Beiijãooo e voltem sempre! *-*

;*

 

Blues da Piedade

(Cazuza)

Agora eu vou cantar pros miseráveis
Que vagam pelo mundo, derrotados
Dessas sementes mal plantadas
Que já nascem com caras de abortadas
Pras pessoas de alma bem pequena
Remoendo pequenos problemas
Querendo sempre aquilo
Que não têm
Pra quem vê a luz
Mas não ilumina suas mini-certezas
Vive contando dinheiro
E não muda quando é lua cheia
Pra quem não sabe amar, fica esperando
Alguém que caiba no seu sonho
Como varizes que vão aumentando
Como insetos em volta da lâmpada
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Pra essa gente careta e covarde
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Lhes dê grandeza e um pouco de coragem.
Quero cantar só para as pessoas fracas
Que tão no mundo e perderam a viagem
Quero cantar os blues
Com o pastor e o bumbo na praça.
Vamos pedir piedade
Pois há um incêndio sob a chuva rala
Somos iguais em desgraça
Vamos cantar o blues da piedade


Escrito por amanda.pereirarj às 21h26
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26/06/2008

- A Lição Final -

capa-204.jpg

. Antes do adeus .

O que você faria se tivesse seis meses de vida pela frente? Vítima de um câncer no pâncreas, o professor Randy Pausch preferiu ensinar seus alunos e filhos a perseguirem seus sonhos de infância. Conheça os segredos por trás de sua mensagem, vista por milhões de pessoas na internet e transformada no best seller “A Lição Final”, e saiba como a medicina e a filosofia começam a trabalhar juntas para nos ajudar a lidar melhor com nosso destino inevitável.

Especialista em realidade virtual, Randy Pausch tornou-se um fenômeno da internet. O que atraiu a atenção de milhões de usuários foi um vídeo da última aula que Randy ministrou na universidade Carnegie Mellon, na Pensilvânia (EUA), em setembro do ano passado. Naquela instituição, como em outras, o convite para que professores que estejam se afastando dêem uma palestra final é comum. Mas não com o tipo de tema escolhido por Randy: como realizar os sonhos de infância.

Aos 47 anos de idade, Randy estava se despedindo não só da comunidade acadêmica. A lembrança que ele queria deixar ali era também para seus amigos e sua família. Embora visualmente parecesse forte e saudável, Randy estava com câncer pancreático, tinha dez tumores no fígado e lhe restavam poucos meses de vida. Mas logo avisou: não falaria sobre a doença, espiritualidade ou religião. O que vieram a seguir foram histórias sobre futebol americano, Jornada nas Estrelas e parques de diversões, que levavam a platéia às gargalhadas e, também, a algumas reflexões.

Após o sucesso estrondoso na internet, as lições de Randy chegam agora às livrarias. Na próxima semana, será lançado no país "A Lição Final" (confira trecho do livro). Nos EUA, o livro vendeu até agora, em pouco mais de um mês, um milhão de exemplares. Trata-se, em grande parte, de uma transcrição da palestra da Carnegie Mellon -sem os graciosos trejeitos e caretas que Randy faz no palco. Mas com o mérito de mostrar um pouco dos bastidores.

Se na palestra ele preferiu não falar muito da mulher e dos três filhos, no livro Randy mostra como a perspectiva de uma doença terminal pode afetar a dinâmica familiar. Os efeitos vão desde a decisão de mudar de cidade (para que Jai e as crianças estejam mais próximos da família dela quando Randy morrer) até as pequenas discussões do dia-a-dia: ao mesmo tempo em que se aborrece com as roupas que o marido espalha no chão, Jai não quer perder o pouco tempo que têm discutindo sobre coisas como essas, por exemplo.

Em relação aos filhos, a preocupação é relacionada à capacidade de eles se lembrarem do pai --Dylan tem seis anos, Logan, três, e Chloe, um ano e meio. Randy chegou a levar o mais velho para nadar com golfinhos, na esperança de que isso gere no menino uma recordação marcante de algo que ambos viveram juntos. Aliás, a própria palestra, conta, foi motivada pelo desejo de que seus filhos pudessem saber melhor quem ele foi.

"A Lição Final" tem a co-autoria de Jeffrey Sazlow, colunista do "Wall Street Journal", cuja reportagem sobre a inusitada palestra na Carnegie Mellon ajudou a tornar Randy conhecido. Desde então, Randy chegou a se apresentar para congressistas em defesa de mais verba para pesquisas sobre o câncer de pâncreas e gravou uma campanha para a Pancreatic Cancer Action Network. Além disso, mantém um site, que atualiza quase diariamente e no qual é possível baixar o vídeo da palestra.

Em uma das mensagens mais recentes, ele conta que a doença atingiu os pulmões, entre outros órgãos. "É uma pena, mas sabíamos que isso iria acontecer mais cedo ou mais tarde e conseguimos adiar muito além do que o previsto, então eu estou grato por isso."

 

 


Escrito por amanda.pereirarj às 23h35
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